Os produtos químicos na Europa: compreender os impactes na saúde humana e no ambiente

É sabido que a exposição a produtos químicos nocivos tem impacte na saúde humana e no ambiente. Com o aumento da produção de produtos químicos a nível global, e o desenvolvimento e a utilização de novas substâncias químicas, como poderemos saber o que é considerado seguro? Falámos com Xenia Trier, especialista da AEA em produtos químicos, sobre diferentes questões relacionadas com a utilização segura de produtos químicos na Europa e aquilo que a UE está a fazer para reduzir os seus potenciais efeitos adversos.

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Economia circular na Europa: todos temos um papel a desempenhar

Para a maioria das pessoas, a ideia de uma economia circular continua a ser um conceito abstrato e distante. Apesar de a adoção de um estilo de vida sustentável ser um tema cada vez mais popular a nível mundial, muitas pessoas ainda não estão conscientes das grandes mudanças que terão de ser introduzidas no nosso estilo de vida por forma a assegurar um futuro sustentável e o nosso bem-estar a longo prazo.

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Financiamento da luta contra as alterações climáticas: recursos para uma Europa com baixas emissões de carbono e resiliente às alterações climáticas

O nosso clima está a mudar. Temos de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa para limitar o ritmo da evolução das alterações climáticas e, em simultâneo, adotar medidas que ajudem a preparar nos para os impactos atuais e futuros. Estes dois eixos de ação exigem um redirecionamento de investimentos sem precedentes. Esta necessidade foi reconhecida nas conferências sobre o clima realizadas em Paris e, recentemente, em Marraquexe. O setor financeiro pode e irá desempenhar um papel fundamental no apoio à transição da Europa rumo a uma sociedade com baixas emissões de carbono e resiliente às alterações climáticas.

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A qualidade do ar continua a ser um tema quente para muitos europeus

No último mês, a Agência Europeia do Ambiente (AEA) publicou o seu mais recente relatório «Qualidade do ar na Europa», que mostrou que, embora a qualidade do ar esteja a melhorar lentamente, a poluição do ar continua a ser o maior perigo para a saúde ambiental na Europa. Conversámos com Alberto González Ortiz, um perito em qualidade do ar da AEA, para discutir as conclusões do relatório e a forma como as tecnologias (p. ex., as imagens de satélite) estão a ajudar a melhorar a investigação sobre a qualidade do ar.

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Veículos elétricos: rumo a um sistema de mobilidade sustentável

A sociedade moderna depende da circulação de bens e pessoas, mas os atuais sistemas de transporte têm impactos negativos na saúde humana e no ambiente. Falámos com Magdalena Jóźwicka, gestora de projeto de um relatório a publicar brevemente relacionado com veículos elétricos, sobre as vantagens ambientais e os desafios decorrentes da utilização da eletricidade como alternativa aos combustíveis convencionais para veículos.

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Para além de Paris: fazer da economia de baixo carbono uma realidade

Em dezembro do ano passado, em Paris, o mundo impôs a si próprio uma meta ambiciosa: manter o aumento da temperatura média global bastante abaixo dos 2 °C, e envidar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5 °C acima dos níveis pré-industriais. Na cimeira do G20, realizada no início de setembro, a China e os Estados Unidos anunciaram o seu compromisso formal de ratificarem o Acordo de Paris. Trata-se de um importante passo em frente no âmbito dos esforços internacionais de redução das emissões de gases com efeito de estufa e de limitação do aquecimento global. No entanto, os atuais compromissos de redução assumidos, até ao momento pelos países signatários, não são suficientes para atingir esta meta ambiciosa.

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Energias renováveis: a chave para um futuro da Europa com baixas emissões de carbono

O futuro parece promissor para as fontes de energias renováveis, as quais têm vindo a desempenhar um papel importante na redução da dependência da Europa em relação aos combustíveis fósseis. As oportunidades e desafios que se avizinham na área das energias limpas foram o nosso tema de conversa com Mihai Tomescu, especialista em energias da Agência Europeia do Ambiente.

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Os conhecimentos futuros em matéria de ambiente

Os dados europeus sobre o ambiente têm sofrido alterações consideráveis ao longo das últimas quatro décadas. A complexa natureza da degradação ambiental só pode ser apreendida através de uma análise mais sistémica, baseada em dados pertinentes. Este tipo de análises tem registado, nos últimos anos, uma integração crescente no método de trabalho da Agência Europeia do Ambiente. A AEA prosseguirá os seus esforços de identificação de questões emergentes, continuando ainda a contribuir para o conhecimento europeu em matéria de ambiente.

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Transição da gestão de resíduos para uma economia verde

A forma como utilizamos atualmente os recursos não é sustentável e está a sobrecarregar o nosso planeta. É necessário facilitar a transição para uma economia verde, circular, deixando para trás as políticas de gestão de resíduos e privilegiando o ecodesign, a inovação e o investimento. A investigação pode fomentar a inovação não apenas ao nível da produção, mas também dos modelos de negócios e dos mecanismos de financiamento.

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Uma gestão sustentável é a chave para florestas saudáveis na Europa

As florestas europeias prestam-nos serviços essenciais: ar puro, água potável, armazenamento de carbono natural, madeira, alimentos e outros produtos. Albergam diversas espécies e habitats. Numa entrevista com Annemarie Bastrup-Birk, especialista da Agência Europeia do Ambiente no domínio das florestas e do ambiente, discutimos os desafios que se colocam às florestas europeias.

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Pode o setor dos transportes controlar o seu impacto ambiental?

Tendo em conta a recente publicação do mecanismo de informação sobre transportes e ambiente (TERM) da AEA para 2015, e com a atenção internacional centrada no escândalo atual das emissões dos veículos, falámos com o coordenador do TERM da AEA, Alfredo Sánchez Vicente.

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Acordo sobre o clima: rumo a um mundo hipocarbónico e resiliente às alterações climáticas

O acordo sobre o clima celebrado em Paris por 195 países é o primeiro acordo universal e juridicamente vinculativo deste tipo. Este acordo é o resultado de muitos anos de preparação, diálogo e sensibilização crescente para a necessidade de enfrentar os impactos atuais e potenciais das alterações climáticas. Constitui um avanço fundamental e promissor para a construção de um mundo hipocarbónico e resiliente às alterações climáticas. Envia igualmente um sinal claro aos decisores políticos e às empresas para abandonarem os combustíveis fósseis e investirem na energia limpa e em medidas de adaptação.

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Terras e solos perdem terreno para as atividades humanas

As terras e os solos são essenciais para os sistemas naturais e a sociedade humana, mas as atividades humanas ameaçam o funcionamento dos recursos terrestres em geral, incluindo o solo. Por que está isto a acontecer? O que faz a Europa para o evitar? Em 2015 celebra-se o Ano Internacional dos Solos e, por isso, colocámos estas perguntas a Geertrui Louwagie, gestora de projetos no domínio das avaliações do solo e da comunicação de informações, na Agência Europeia do Ambiente.

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Infraestrutura verde: viver melhor graças a soluções baseadas na natureza

As infraestruturas verdes oferecem soluções atrativas para os problemas ambientais, sociais e económicos, devendo, por isso, ser cabalmente integradas em diversos domínios políticos. Num momento em que a AEA se prepara para publicar um relatório sobre o papel das infraestruturas verdes na atenuação do impacto das catástrofes naturais relacionadas com os fenómenos meteorológicos e as alterações climáticas, falámos com o relator principal, Gorm Dige, gestor de projetos de análise territorial ambiental, política e económica.

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Para uma sustentabilidade global

No passado mês de agosto, mais de 190 países chegaram a um consenso sobre a Agenda de Desenvolvimento Sustentável 2030 das Nações Unidas e, no final do mês em curso, os Chefes de Estado, reunidos em Nova Iorque, irão adotá-la, juntamente com os seus objetivos e metas de desenvolvimento sustentável. Ao contrário dos seus antecessores, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) visam tanto os países em desenvolvimento como os países desenvolvidos e abarcam uma maior diversidade de temas relativos ao desenvolvimento sustentável. Muitos dos dezassete ODS incluem elementos relacionados com o ambiente, a utilização dos recursos e as alterações climáticas.

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As alterações climáticas e as cidades

Atualmente, os europeus vivem maioritariamente nas cidades e, por isso, as escolhas que fizermos em matéria de infraestruturas urbanas influenciarão grandemente a nossa capacidade de resistência às alterações climáticas. Chuvas mais frequentes, inundações e ondas de calor serão alguns dos desafios com que as cidades europeias serão provavelmente confrontadas em consequência dessas alterações. Perguntámos a Holger Robrecht, Diretor Regional adjunto do ICLEI, que medidas estão as cidades a adotar para se adaptarem às alterações climáticas.

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Alterações climáticas e saúde pública

Na Europa, as alterações climáticas já estão a afetar a saúde pública e continuarão a afetá-la no futuro. Como é que elas afetam hoje os europeus? Que perspetivas temos para o futuro? Fizemos estas perguntas a Bettina Menne da OMS Europa.

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O mar e as alterações climáticas

As alterações climáticas estão a aquecer os oceanos, causando acidificação do ambiente marinho e alterando os padrões de precipitação. Esta conjugação de fatores exacerba frequentemente os impactes de outras pressões humanas sobre o mar, conduzindo à perda de biodiversidade marinha. A subsistência de muitas pessoas depende da biodiversidade e dos ecossistemas marinhos, por isso urge tomar medidas para limitar o aquecimento dos oceanos.

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A agricultura e as alterações climáticas

A agricultura contribui para as alterações climáticas e é afetada por estas. É necessário que a UE reduza as suas emissões de gases com efeito de estufa provenientes da agricultura e adapte o seu sistema de produção alimentar para fazer face às alterações climáticas. Porém, as alterações climáticas apenas constituem uma das muitas pressões a que a agricultura está sujeita. Perante o crescimento da procura e da competição pelos recursos, a produção e o consumo de alimentos na UE têm de ser inseridos num contexto mais vasto, interligando agricultura, energia e segurança alimentar.

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A mitigação das alterações climáticas

O ano de 2014 foi o mais quente de que há registo. Foi também mais um ano numa série de décadas cada vez mais quentes. Para limitar o aquecimento global a 2°C acima dos níveis pré-industriais e minimizar os impactes das alterações climáticas, há que reduzir substancialmente os gases com efeito de estufa emitidos para a atmosfera. Os governos podem estabelecer objetivos, mas, em última análise, é à indústria, às empresas, às autarquias locais e às famílias que compete agir. Essa ação deve procurar reduzir as emissões, estabilizar as concentrações atmosféricas de gases com efeito de estufa, travar a subida das temperaturas e limitar as alterações climáticas.

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