Compreender e agir no que se refere à complexidade das alterações climáticas

As alterações climáticas constituem um dos desafios mais importantes do nosso tempo. Os seus impactos fazem-se sentir em todo o mundo, com repercussões nas pessoas, na natureza e na economia. Para atenuar as alterações climáticas, temos de reduzir consideravelmente as emissões mundiais de gases com efeito de estufa. Traduzir este objetivo geral em medidas concretas exige compreender um sistema complexo que liga as emissões de diferentes fontes a impactos nacionais e regionais, governação mundial e eventuais benefícios paralelos. A Agência Europeia do Ambiente procura melhorar continuamente os conhecimentos necessários para conceber medidas eficazes no terreno.

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Mercúrio: uma ameaça persistente para o ambiente e a saúde das pessoas

Muitas pessoas ainda associam o mercúrio aos termómetros e a maioria também sabe que é tóxico. Devido à sua toxicidade, o mercúrio está a ser eliminado dos produtos fabricados na Europa, mas uma grande quantidade continua a circular na atmosfera, na água, no solo e nos ecossistemas. O mercúrio ainda é um problema? O que está a ser feito em relação a isso? Entrevistámos Ian Marnane, perito da AEA no uso sustentável de recursos e indústria.

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O ambiente na Europa: o poder dos dados e do conhecimento

A Europa recolhe cada vez mais dados, aumentando assim a nossa compreensão sobre o ambiente. Os dados de observação da Terra obtidos através do programa Copernicus da União Europeia apresentam novos desafios e oportunidades para a melhoria do nosso conhecimento sobre o ambiente. Através da combinação de dados atualizados do Copernicus com a nossa atual base de conhecimentos, a Agência Europeia do Ambiente (AEA) visa envolver os decisores políticos e os cidadãos europeus na adoção de medidas para resolução de desafios a nível local, nacional e mundial.

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As emissões da aviação e do transporte marítimo em destaque

A Agência Europeia do Ambiente (AEA) publicou recentemente o seu relatório anual sobre o Mecanismo de Informação sobre os Transportes e o Ambiente (TERM), que este ano se centrou na aviação e no transporte marítimo. Estes dois setores estão a registar um rápido crescimento, o que também tem impacte sobre o ambiente, especialmente sobre as emissões. Pedimos a Anke Lükewille, especialista da AEA em matéria de poluição atmosférica, para explicar os principais pontos do relatório TERM deste ano.

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Identificar os progressos realizados pela Europa na prossecução das metas climáticas e energéticas para 2020

A União Europeia (UE) adotou diversas metas nos domínios do clima e da energia, com a intenção de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, aumentar a eficiência energética e impulsionar a utilização de energia proveniente de fontes renováveis. Como identifica a AEA os progressos realizados pelos Estados-Membros da UE na prossecução dessas metas? Pedimos a Melanie Sporer, perita da AEA em mitigação das alterações climáticas e energia, que nos explicasse em que consiste o papel da Agência nesta missão. Melanie Sporer expôs-nos ainda os progressos assinalados no último relatório de avaliação de tendências e projeções.

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Um ar mais limpo traz benefícios à saúde humana e às alterações climáticas

Graças a medidas legislativas, à tecnologia e à substituição de combustíveis fósseis altamente poluentes em muitos países, a qualidade do ar na Europa tem melhorado nas últimas décadas. Contudo, é ainda elevado o número de pessoas que continuam a ser negativamente afetadas pela poluição do ar, sobretudo nas cidades. Dada a sua complexidade, o combate ao fenómeno da poluição atmosférica requer uma ação coordenada a muitos níveis. Para conseguir o envolvimento dos cidadãos, é essencial fornecer-lhes informação oportuna, de modo acessível. É isso que faz o nosso, recentemente lançado, Índice Europeu da Qualidade do Ar. As melhorias na qualidade do ar, além de beneficiarem a nossa saúde, contribuem igualmente para o combate às alterações climáticas.

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Rumo a mares saudáveis e produtivos na Europa e além fronteiras

A vida marinha, o clima global e a nossa economia e bem-estar social dependem todos da boa saúde dos mares. As nossas avaliações revelam que, apesar de algumas melhorias, o modo como atualmente utilizamos os mares da Europa continua a ser insustentável. As alterações climáticas e a concorrência na procura de recursos naturais exercem uma pressão adicional sobre o ambiente marinho. As políticas e medidas europeias podem dar origem a melhorias mais acentuadas se forem aplicadas através de uma abordagem de gestão baseada nos ecossistemas e se forem apoiadas por um quadro de governação global dos oceanos.

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Os produtos químicos na Europa: compreender os impactes na saúde humana e no ambiente

É sabido que a exposição a produtos químicos nocivos tem impacte na saúde humana e no ambiente. Com o aumento da produção de produtos químicos a nível global, e o desenvolvimento e a utilização de novas substâncias químicas, como poderemos saber o que é considerado seguro? Falámos com Xenia Trier, especialista da AEA em produtos químicos, sobre diferentes questões relacionadas com a utilização segura de produtos químicos na Europa e aquilo que a UE está a fazer para reduzir os seus potenciais efeitos adversos.

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Economia circular na Europa: todos temos um papel a desempenhar

Para a maioria das pessoas, a ideia de uma economia circular continua a ser um conceito abstrato e distante. Apesar de a adoção de um estilo de vida sustentável ser um tema cada vez mais popular a nível mundial, muitas pessoas ainda não estão conscientes das grandes mudanças que terão de ser introduzidas no nosso estilo de vida por forma a assegurar um futuro sustentável e o nosso bem-estar a longo prazo.

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Financiamento da luta contra as alterações climáticas: recursos para uma Europa com baixas emissões de carbono e resiliente às alterações climáticas

O nosso clima está a mudar. Temos de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa para limitar o ritmo da evolução das alterações climáticas e, em simultâneo, adotar medidas que ajudem a preparar nos para os impactos atuais e futuros. Estes dois eixos de ação exigem um redirecionamento de investimentos sem precedentes. Esta necessidade foi reconhecida nas conferências sobre o clima realizadas em Paris e, recentemente, em Marraquexe. O setor financeiro pode e irá desempenhar um papel fundamental no apoio à transição da Europa rumo a uma sociedade com baixas emissões de carbono e resiliente às alterações climáticas.

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A qualidade do ar continua a ser um tema quente para muitos europeus

No último mês, a Agência Europeia do Ambiente (AEA) publicou o seu mais recente relatório «Qualidade do ar na Europa», que mostrou que, embora a qualidade do ar esteja a melhorar lentamente, a poluição do ar continua a ser o maior perigo para a saúde ambiental na Europa. Conversámos com Alberto González Ortiz, um perito em qualidade do ar da AEA, para discutir as conclusões do relatório e a forma como as tecnologias (p. ex., as imagens de satélite) estão a ajudar a melhorar a investigação sobre a qualidade do ar.

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Veículos elétricos: rumo a um sistema de mobilidade sustentável

A sociedade moderna depende da circulação de bens e pessoas, mas os atuais sistemas de transporte têm impactos negativos na saúde humana e no ambiente. Falámos com Magdalena Jóźwicka, gestora de projeto de um relatório a publicar brevemente relacionado com veículos elétricos, sobre as vantagens ambientais e os desafios decorrentes da utilização da eletricidade como alternativa aos combustíveis convencionais para veículos.

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Para além de Paris: fazer da economia de baixo carbono uma realidade

Em dezembro do ano passado, em Paris, o mundo impôs a si próprio uma meta ambiciosa: manter o aumento da temperatura média global bastante abaixo dos 2 °C, e envidar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5 °C acima dos níveis pré-industriais. Na cimeira do G20, realizada no início de setembro, a China e os Estados Unidos anunciaram o seu compromisso formal de ratificarem o Acordo de Paris. Trata-se de um importante passo em frente no âmbito dos esforços internacionais de redução das emissões de gases com efeito de estufa e de limitação do aquecimento global. No entanto, os atuais compromissos de redução assumidos, até ao momento pelos países signatários, não são suficientes para atingir esta meta ambiciosa.

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Energias renováveis: a chave para um futuro da Europa com baixas emissões de carbono

O futuro parece promissor para as fontes de energias renováveis, as quais têm vindo a desempenhar um papel importante na redução da dependência da Europa em relação aos combustíveis fósseis. As oportunidades e desafios que se avizinham na área das energias limpas foram o nosso tema de conversa com Mihai Tomescu, especialista em energias da Agência Europeia do Ambiente.

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Os conhecimentos futuros em matéria de ambiente

Os dados europeus sobre o ambiente têm sofrido alterações consideráveis ao longo das últimas quatro décadas. A complexa natureza da degradação ambiental só pode ser apreendida através de uma análise mais sistémica, baseada em dados pertinentes. Este tipo de análises tem registado, nos últimos anos, uma integração crescente no método de trabalho da Agência Europeia do Ambiente. A AEA prosseguirá os seus esforços de identificação de questões emergentes, continuando ainda a contribuir para o conhecimento europeu em matéria de ambiente.

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Transição da gestão de resíduos para uma economia verde

A forma como utilizamos atualmente os recursos não é sustentável e está a sobrecarregar o nosso planeta. É necessário facilitar a transição para uma economia verde, circular, deixando para trás as políticas de gestão de resíduos e privilegiando o ecodesign, a inovação e o investimento. A investigação pode fomentar a inovação não apenas ao nível da produção, mas também dos modelos de negócios e dos mecanismos de financiamento.

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Uma gestão sustentável é a chave para florestas saudáveis na Europa

As florestas europeias prestam-nos serviços essenciais: ar puro, água potável, armazenamento de carbono natural, madeira, alimentos e outros produtos. Albergam diversas espécies e habitats. Numa entrevista com Annemarie Bastrup-Birk, especialista da Agência Europeia do Ambiente no domínio das florestas e do ambiente, discutimos os desafios que se colocam às florestas europeias.

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Pode o setor dos transportes controlar o seu impacto ambiental?

Tendo em conta a recente publicação do mecanismo de informação sobre transportes e ambiente (TERM) da AEA para 2015, e com a atenção internacional centrada no escândalo atual das emissões dos veículos, falámos com o coordenador do TERM da AEA, Alfredo Sánchez Vicente.

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Acordo sobre o clima: rumo a um mundo hipocarbónico e resiliente às alterações climáticas

O acordo sobre o clima celebrado em Paris por 195 países é o primeiro acordo universal e juridicamente vinculativo deste tipo. Este acordo é o resultado de muitos anos de preparação, diálogo e sensibilização crescente para a necessidade de enfrentar os impactos atuais e potenciais das alterações climáticas. Constitui um avanço fundamental e promissor para a construção de um mundo hipocarbónico e resiliente às alterações climáticas. Envia igualmente um sinal claro aos decisores políticos e às empresas para abandonarem os combustíveis fósseis e investirem na energia limpa e em medidas de adaptação.

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Terras e solos perdem terreno para as atividades humanas

As terras e os solos são essenciais para os sistemas naturais e a sociedade humana, mas as atividades humanas ameaçam o funcionamento dos recursos terrestres em geral, incluindo o solo. Por que está isto a acontecer? O que faz a Europa para o evitar? Em 2015 celebra-se o Ano Internacional dos Solos e, por isso, colocámos estas perguntas a Geertrui Louwagie, gestora de projetos no domínio das avaliações do solo e da comunicação de informações, na Agência Europeia do Ambiente.

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