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Construir o nosso conhecimento sobre o ar
2013-05-21O nosso conhecimento e entendimento da poluição atmosférica estão a crescer de ano para ano. Possuímos uma rede em expansão de estações de monitorização que transmitem dados sobre uma vasta gama de poluentes atmosféricos, complementados com os resultados dos modelos de qualidade do ar. Temos agora de nos certificar de que o conhecimento científico e a política irão continuar a evoluir de mãos dadas.
A poluição atmosférica não é igual em todo o lado. Diferentes poluentes são libertados para a atmosfera a partir de uma grande diversidade de fontes. Uma vez na atmosfera, estes podem transformar-se em novos poluentes e espalhar-se por todo o planeta. A conceção e aplicação de políticas para abordar esta complexidade de fatores não são tarefas fáceis. Adiante apresentamos uma síntese da legislação relativa à qualidade ar em vigor na União Europeia.
A qualidade do ar em recintos fechados
2013-05-21Muitos de nós poderemos passar até 90% de nossos dias em recintos fechados - em casa, no trabalho ou na escola. A qualidade do ar que respiramos em recintos fechados também tem um impacte direto na nossa saúde. O que determina a qualidade do ar em recintos fechados? Existe alguma diferença entre os poluentes atmosféricos em recintos fechados e ao ar livre? Como podemos melhorar a qualidade do ar em recintos fechados?
As alterações climáticas e o ar
2013-05-17O nosso clima está a mudar. Muitos dos gases causadores das alterações climáticas são igualmente poluentes atmosféricos comuns que afetam a nossa saúde e o ambiente. Em muitos aspetos, a melhoria da qualidade do ar também pode impulsionar os esforços de mitigação das alterações climáticas e vice versa, embora nem sempre seja o caso. O desafio que se coloca consiste em assegurar que as políticas climáticas e de qualidade do ar se focalizem na criação de cenários benéficos para todos.
O ar da Europa no presente
2013-05-17Nas últimas décadas, a Europa melhorou a qualidade do seu ar. As emissões de muitos poluentes foram controladas e reduzidas com êxito, mas as partículas e a poluição por ozono, em especial, continuam a representar sérios riscos para a saúde dos europeus.
Cada vez que respiramos
2013-05-17Respiramos desde o momento em que nascemos até ao momento em que morremos. É uma necessidade vital e constante, não só para nós, mas para toda a vida na Terra. A má qualidade do ar afeta-nos a todos: prejudica a nossa saúde e a saúde do ambiente, originando perdas económicas. Mas, então, em que consiste o ar que respiramos e de onde vêm os diversos poluentes atmosféricos?
A atmosfera, os padrões meteorológicos e as variações sazonais há muito que vêm sendo objeto de fascínio e observação. No século IV a.C., no tratado de Aristóteles Meteorologia, foram compiladas as observações do grande filósofo não apenas sobre os padrões meteorológicos, mas também sobre ciências da Terra em geral. Até ao século XVII, o ar simbolizava o nada, o vazio. Considerava-se que o ar não tinha peso, até Galileo Galilei ter cientificamente provado o contrário.
A água na cidade
2012-08-28O crescimento demográfico, a urbanização e o desenvolvimento económico fazem aumentar em toda a Europa a procura de água doce nas zonas urbanas. Ao mesmo tempo, as alterações climáticas e a poluição afetam também a disponibilidade de água para os habitantes das cidades. Como poderão as cidades europeias continuar a fornecer água doce limpa aos seus habitantes?
A água na agricultura
2012-07-04Temos necessidade de alimentos e, para os produzir, é preciso dispor de água doce e não poluída. Devido ao aumento do consumo exigido pelas atividades humanas, por um lado, e às alterações climáticas, por outro, muitas regiões, especialmente no sul, têm grandes dificuldades em encontrar água doce em quantidade suficiente para atender às suas necessidades. Como poderemos continuar a cultivar produtos alimentares sem deixar que a natureza fique sedenta de água não poluída? Uma utilização mais eficiente da água no setor agrícola ajudaria certamente.
Testemunha ocular: o jovem Chance
2011-07-05Bisie é a maior mina da região. Está localizada a cerca de 90 quilómetros no interior de uma densa floresta e tem 100 metros de profundidade. Muitas vezes, as minas são pouco mais do que um buraco no chão. Há dezenas de homens e rapazes apinhados em cada mina e as condições são atrozes.
Viver num mundo interligado
2011-07-05«…O peso total das aspirações e dos estilos de vida conjuntos de 500 milhões de europeus é demasiado grande. Já não falando dos legítimos desejos de muitos outros milhares de milhões de habitantes do nosso planeta de partilharem esses estilos de vida... É necessário mudarmos o comportamento dos consumidores europeus, sensibilizar as pessoas e influenciar os seus hábitos». Janez Potočnik, comissário para o Ambiente da União Europeia (Março de 2010)
1,6 mil milhões de pessoas dependem das florestas como meio de subsistência. Vivem nas florestas 300 milhões de pessoas, em todo o mundo.
Desafios complexos num mundo interligado
2011-07-05Uma das principais conclusões do relatório de referência da AEA, o SOER 2010, parece evidente: «os desafios ambientais são complexos e não podem ser entendidos isoladamente».
Mundo urbano
2011-07-05Sabia que... Uma cidade afecta um grande área fora dos seus próprios limites. Por exemplo, supõe-se que só Londres necessita de uma superfície quase 300 vezes superior à sua dimensão geográfica para satisfazer as suas necessidades e eliminar os seus resíduos e emissões. «SOER 2010»
O desafio da poluição
2011-07-05Consumir de forma insustentável
2011-07-05Mensagem-chave: Um dos principais motivos por que o consumo afecta negativamente o ambiente e causa uma utilização excessiva dos recursos é o facto de os custos sociais da degradação do ambiente e dos recursos não estarem inteiramente reflectidos nos preços dos bens e serviços. Muitos bens são baratos apesar de prejudicarem o ambiente, os ecossistemas ou a saúde humana. «SOER 2010»
Partilhar as riquezas da natureza
2011-07-05Dos 8,2 mil milhões de toneladas de materiais consumidos nos países da EU-27 em 2007, os minerais representaram 52%, os combustíveis fósseis 23%, a biomassa 21% e os metais 4%. «SOER 2010»
Saúde num clima em mudança
2011-07-05Em Agosto de 2007, em Itália, as autoridades de saúde locais detectaram um elevado número de casos de uma doença invulgar em Castiglione di Cervia e Castiglione di Ravenna, duas pequenas aldeias separadas por um rio. Quase 200 pessoas foram afectadas e um idoso morreu (Angelini et al., 2007).