Adaptação às alterações climáticas
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As alterações climáticas são já uma realidade: as temperaturas estão a aumentar, os padrões de pluviosidade estão a mudar, os glaciares e a neve estão a derreter e o nível médio do mar a aumentar. Os acontecimentos extremos relacionados com o tempo e o clima, que resultam em perigos como inundações e secas, tornar-se-ão mais frequentes e intensos em muitas regiões. Os impactos e as vulnerabilidades dos ecossistemas, dos sectores económicos e da saúde e bem-estar humanos diferem em toda a Europa. Mesmo que os esforços globais com vista à redução das emissões sejam eficazes, algumas alterações climáticas são inevitáveis, sendo necessárias ações complementares para uma adaptação aos seus impactes. Mais
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São necessárias medidas adicionais para proteger os cidadãos europeus mais vulneráveis da poluição atmosférica, do ruído e das temperaturas extremas
Notícias 2019-02-04São necessárias medidas direcionadas para proteger melhor os pobres, os idosos e as crianças dos perigos ambientais, como a poluição atmosférica e sonora e as temperaturas extremas, especialmente nas regiões da Europa Oriental e Meridional. Um relatório da Agência Europeia do Ambiente (AEA) publicado hoje alerta para o facto da saúde dos cidadãos europeus mais vulneráveis continuar a ser desproporcionadamente afetada por estes perigos, apesar das melhorias na qualidade ambiental da Europa.
As alterações climáticas aumentam a pressão sobre as massas de água. Das inundações e das secas até à acidificação dos oceanos e à subida dos níveis do mar, os impactos das alterações climáticas na água deverão intensificar-se nos próximos anos. Estas mudanças estão a impulsionar ações em toda a Europa. As cidades e as regiões já estão a adaptar-se, utilizando soluções mais sustentáveis e baseadas na natureza para reduzir o impacto das inundações e utilizar a água de formas mais inteligentes e sustentáveis, que nos permitam viver em situação de seca.
Ciclo da água — Principais problemas que afetam a qualidade e a quantidade de água
Infographic 2018-11-14
As alterações climáticas constituem um dos desafios mais importantes do nosso tempo. Os seus impactos fazem-se sentir em todo o mundo, com repercussões nas pessoas, na natureza e na economia. Para atenuar as alterações climáticas, temos de reduzir consideravelmente as emissões mundiais de gases com efeito de estufa. Traduzir este objetivo geral em medidas concretas exige compreender um sistema complexo que liga as emissões de diferentes fontes a impactos nacionais e regionais, governação mundial e eventuais benefícios paralelos. A Agência Europeia do Ambiente procura melhorar continuamente os conhecimentos necessários para conceber medidas eficazes no terreno.
As alterações climáticas estão a aquecer os oceanos, causando acidificação do ambiente marinho e mudando os padrões de precipitação. Esta combinação de fatores agrava, muitas vezes, os efeitos de outras pressões humanas sobre o mar, conduzindo à perda de biodiversidade nos oceanos.
A Sinais de 2015 é dedicada às alterações climáticas. O nosso clima está a mudar. As temperaturas médias globais estão a aumentar, o nível do mar a subir, os padrões de precipitação a mudar e os fenómenos meteorológicos extremos a tornarem-se mais frequentes e mais graves. Numa série de artigos e entrevistas sucintos, a Sinais de 2015 apresenta, em traços gerais, as causas das alterações climáticas e as suas consequências para a saúde humana, o ambiente e a economia.
O Sinais leva nos numa viagem que segue o percurso da água desde os glaciares dos Alpes ao gelo perpétuo do Árctico e ao delta do Ganges. Viajaremos para lugares familiares e distantes, estudando formas de reconstruir a nossa relação com elementos cruciais da nossa vida quotidiana: a água, o solo, o ar e os animais e plantas que constituem a tapeçaria da vida na Terra.