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Artigos

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O lixo nos nossos mares

Os oceanos cobrem cerca de 70 % da superfície do nosso planeta e há lixo marinho praticamente por toda a parte. O lixo marinho, principalmente os plásticos, ameaça não só a saúde dos nossos mares e costas, mas também a nossa economia e as nossas comunidades. A maior parte desse lixo provém de atividades terrestres. Como poderemos pôr termo ao fluxo de lixo que invade os mares? O melhor sítio para começarmos a resolver este problema global do mar é em terra.

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Resíduos: um problema ou um recurso?

Os resíduos não constituem apenas um problema ambiental: são também um prejuízo económico. Em média, os europeus produzem 481 quilogramas de resíduos urbanos por ano. Uma percentagem crescente é reciclada ou usada na compostagem, sendo enviados menos resíduos para os aterros. Como poderemos mudar a forma como produzimos e consumimos de modo a produzirmos cada vez menos resíduos, utilizando simultaneamente todos os resíduos como um recurso?

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Transição para uma economia verde

Tudo depende do ambiente: a nossa qualidade de vida, a nossa saúde e os nossos postos de trabalho. No entanto, a forma e o ritmo a que estamos atualmente a gastar os nossos recursos naturais ameaçam pôr em risco o nosso bem-estar e a capacidade da natureza de prover às nossas necessidades. É essencial transformarmos o modo como produzimos, consumimos e vivemos. Há que tornar a nossa economia mais verde e essa transição tem de começar hoje.

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Da produção aos resíduos: o sistema alimentar

Cada vez utilizamos mais recursos naturais devido ao crescimento da população, às alterações do estilo de vida e ao crescente consumo pessoal. Para combatermos o nosso consumo insustentável, temos de atuar sobre o sistema de recursos na sua totalidade, incluindo os métodos de produção, os padrões de procura e as cadeias de distribuição. Nesta secção, examinamos mais de perto o caso dos alimentos.

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Economia: eficiente na utilização dos recursos, verde e circular

O nosso bem-estar depende da utilização dos recursos naturais. Extraímos recursos e transformamo-los em alimentos, edifícios, mobiliário, aparelhos eletrónicos, vestuário, etc. No entanto, a exploração que fazemos dos recursos ultrapassa a capacidade do ambiente para os regenerar e nos sustentar. Como poderemos assegurar o bem-estar da nossa sociedade a longo prazo? Tornar a economia mais verde será sem dúvida uma grande ajuda.

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Desperdício de alimentos

Cerca de um terço dos alimentos produzidos no planeta é perdido ou desperdiçado. Quando mais de mil milhões de pessoas em todo o mundo vão para a cama com fome, é impossível não nos perguntarmos o que se poderá fazer a este respeito. Mas este desperdício não é apenas uma oportunidade perdida de alimentar os famintos. Representa também uma perda substancial de outros recursos, como o solo, a água, a energia e a mão de obra.

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Os resíduos na Gronelândia

Das cidades densamente povoadas até às povoações distantes, onde quer que vivamos, produzimos resíduos. Restos de alimentos, resíduos eletrónicos, pilhas e baterias, papel, garrafas de plástico, vestuário, mobiliário velho: todos têm de ser eliminados. Alguns acabam por ser reutilizados ou reciclados, outros são queimados para produzir energia ou enviados para aterros. Não há uma forma única de gestão dos resíduos que funcione em toda a parte. A maneira como os gerimos necessita de ter em conta as condições locais. Afinal de contas, a questão dos resíduos começa por ser local. Tendo em conta a sua população dispersa, as grandes distâncias entre povoações e a falta de infraestruturas rodoviárias, eis como o Governo da Gronelândia aborda a questão dos resíduos do país.

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Da mina aos resíduos… e depois

Quase tudo aquilo que consumimos e produzimos tem impacte no nosso ambiente. Quando confrontados com escolhas quotidianas para comprar determinados bens ou serviços, não pensamos frequentemente nas «pegadas» que eles deixam no ambiente. Os preços a que são vendidos raramente refletem os seus verdadeiros custos. Porém, há muitas coisas que podemos fazer para tornar o nosso consumo e a nossa produção mais ecológicos.

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Não no meu quintal — Transferências internacionais de resíduos e o ambiente

Resíduos sem fronteiras: Zang Guofu, de 35 anos, ganha 700 euros por mês, um salário muito alto para uma província da China, examinando minuciosamente lixo que inclui, por exemplo, sacos de uma cadeia britânica de supermercados e DVDs em língua inglesa. A verdade é que resíduos depositados num cesto do lixo em Londres podem acabar muito facilmente a 5.000 milhas de distância numa fábrica de reciclagem no delta do Rio das Pérolas, na China.

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