Contexto político
- Bulgarian (bg)
- Czech (cs)
- Danish (da)
- German (de)
- Greek (el)
- English (en)
- Spanish (es)
- Estonian (et)
- Finnish (fi)
- French (fr)
- Hungarian (hu)
- Icelandic (is)
- Italian (it)
- Lithuanian (lt)
- Latvian (lv)
- Maltese (mt)
- Dutch (nl)
- Norwegian (no)
- Polish (pl)
- Portuguese (pt)
- Romanian (ro)
- Slovak (sk)
- Slovenian (sl)
- Swedish (sv)
- Turkish (tr)
O ETAP complementa as abordagens regulamentares da Comissão Europeia e aborda directamente as três dimensões da Estratégia de Lisboa: crescimento, emprego e ambiente. Com base no ETAP, os Estados-Membros elaboraram Roteiros Nacionais formais, que descrevem planos, acções e resultados pertinentes em matéria de tecnologias ambientais e eco-inovações.
A investigação e desenvolvimento é um elemento importante da Estratégia de Lisboa, que tem como objectivo "fazer da Europa a economia baseada no conhecimento mais dinâmica e competitiva do mundo". Prevê-se igualmente que o Sétimo Programa-Quadro (7.º PQ) para a Investigação (2007-2013) da União Europeia desempenhará um papel essencial na prossecução dos objectivos de Lisboa. Várias Plataformas Tecnológicas Europeias continuarão a orientar o 7.º PQ para as necessidades da indústria. As plataformas abordam temas tecnológicos como a energia eólica, pilhas de hidrogénio, energia fotovoltaica e centrais eléctricas alimentadas a combustíveis fósseis com emissões quase nulas. Essas plataformas terão uma grande influência na capacidade de inovação da Europa para transformar conhecimento e inovação em valor económico acrescentado e sustentabilidade ambiental.
O percurso da Europa na direcção das emissões zero foi norteado por vários objectivos: uma redução de 20 % nas emissões de gases com efeito de estufa até 2020 (em relação aos níveis de 1990); 20 % de energia proveniente de fontes renováveis até 2020 e 10 % dos combustíveis dos transportes rodoviários provenientes de biocombustíveis. Esses objectivos criaram um potencial considerável para as novas tecnologias energéticas e para uma mudança dos regimes energéticos que vigoram há já mais de uma década. O século XXI assistirá à reconfiguração das redes eléctricas com novas tecnologias de produção de energia renováveis, mais pequenas e amplamente distribuídas, que funcionarão a um nível mais local, eventualmente ao nível dos agregados familiares individuais.
As tecnologias não podem resolver sozinhas os problemas ambientais da Europa. É necessária uma combinação de abordagens, desde medidas legislativas a acções voluntárias, para obter benefícios económicos e ambientais. As regulamentações como a Directiva relativa à prevenção e controlo integrados da poluição (PCIP) demonstraram ser um meio eficaz para incentivar a indústria e as empresas europeias a reduzir os resíduos e a adoptar a reciclagem, promovendo a utilização de tecnologias ecológicas. Do mesmo modo, as abordagens voluntárias como, por exemplo, o sistema de ecogestão e auditoria (EMAS) levaram a melhorias contínuas no desempenho ambiental de centenas de empresas e organizações europeias.
Ações do documento
Compartilhar com os outros