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Transição da gestão de resíduos para uma economia verde

A forma como utilizamos atualmente os recursos não é sustentável e está a sobrecarregar o nosso planeta. É necessário facilitar a transição para uma economia verde, circular, deixando para trás as políticas de gestão de resíduos e privilegiando o ecodesign, a inovação e o investimento. A investigação pode fomentar a inovação não apenas ao nível da produção, mas também dos modelos de negócios e dos mecanismos de financiamento.

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Acordo sobre o clima: rumo a um mundo hipocarbónico e resiliente às alterações climáticas

O acordo sobre o clima celebrado em Paris por 195 países é o primeiro acordo universal e juridicamente vinculativo deste tipo. Este acordo é o resultado de muitos anos de preparação, diálogo e sensibilização crescente para a necessidade de enfrentar os impactos atuais e potenciais das alterações climáticas. Constitui um avanço fundamental e promissor para a construção de um mundo hipocarbónico e resiliente às alterações climáticas. Envia igualmente um sinal claro aos decisores políticos e às empresas para abandonarem os combustíveis fósseis e investirem na energia limpa e em medidas de adaptação.

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Para uma sustentabilidade global

No passado mês de agosto, mais de 190 países chegaram a um consenso sobre a Agenda de Desenvolvimento Sustentável 2030 das Nações Unidas e, no final do mês em curso, os Chefes de Estado, reunidos em Nova Iorque, irão adotá-la, juntamente com os seus objetivos e metas de desenvolvimento sustentável. Ao contrário dos seus antecessores, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) visam tanto os países em desenvolvimento como os países desenvolvidos e abarcam uma maior diversidade de temas relativos ao desenvolvimento sustentável. Muitos dos dezassete ODS incluem elementos relacionados com o ambiente, a utilização dos recursos e as alterações climáticas.

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Ambiente, saúde e economia num só programa

A economia europeia ainda está a sentir o impacto da crise económica que deflagrou em 2008. O desemprego e a redução dos salários afetaram milhões de pessoas. Quando os recém-licenciados não conseguem arranjar emprego numa das regiões mais ricas do mundo, será que devemos falar do ambiente? O novo programa de ação da União Europeia em matéria de ambiente faz precisamente isso, e mais ainda. Também identifica o ambiente como parte integrante e inseparável da nossa saúde e da nossa economia.

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Transformar a mudança em transição

Vivemos num mundo em contínua mudança. Como poderemos dirigir estas mudanças permanentes para alcançar a sustentabilidade mundial em 2050? Como poderemos estabelecer um equilíbrio entre a economia e o ambiente, o curto prazo e o longo prazo? A resposta consiste em sabermos gerir o processo de transição sem ficarmos reféns de sistemas insustentáveis.

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Legislação relativa à qualidade do ar na Europa

A poluição atmosférica não é igual em todo o lado. Diferentes poluentes são libertados para a atmosfera a partir de uma grande diversidade de fontes. Uma vez na atmosfera, estes podem transformar-se em novos poluentes e espalhar-se por todo o planeta. A conceção e aplicação de políticas para abordar esta complexidade de fatores não são tarefas fáceis. Adiante apresentamos uma síntese da legislação relativa à qualidade ar em vigor na União Europeia.

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Construir o nosso conhecimento sobre o ar

O nosso conhecimento e entendimento da poluição atmosférica estão a crescer de ano para ano. Possuímos uma rede em expansão de estações de monitorização que transmitem dados sobre uma vasta gama de poluentes atmosféricos, complementados com os resultados dos modelos de qualidade do ar. Temos agora de nos certificar de que o conhecimento científico e a política irão continuar a evoluir de mãos dadas.

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A qualidade do ar em recintos fechados

Muitos de nós poderemos passar até 90% de nossos dias em recintos fechados - em casa, no trabalho ou na escola. A qualidade do ar que respiramos em recintos fechados também tem um impacte direto na nossa saúde. O que determina a qualidade do ar em recintos fechados? Existe alguma diferença entre os poluentes atmosféricos em recintos fechados e ao ar livre? Como podemos melhorar a qualidade do ar em recintos fechados?

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As alterações climáticas e o ar

O nosso clima está a mudar. Muitos dos gases causadores das alterações climáticas são igualmente poluentes atmosféricos comuns que afetam a nossa saúde e o ambiente. Em muitos aspetos, a melhoria da qualidade do ar também pode impulsionar os esforços de mitigação das alterações climáticas e vice versa, embora nem sempre seja o caso. O desafio que se coloca consiste em assegurar que as políticas climáticas e de qualidade do ar se focalizem na criação de cenários benéficos para todos.

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O ar da Europa no presente

Nas últimas décadas, a Europa melhorou a qualidade do seu ar. As emissões de muitos poluentes foram controladas e reduzidas com êxito, mas as partículas e a poluição por ozono, em especial, continuam a representar sérios riscos para a saúde dos europeus.

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Fazendo a ligação entre a ciência, as políticas e a população

A atmosfera, os padrões meteorológicos e as variações sazonais há muito que vêm sendo objeto de fascínio e observação. No século IV a.C., no tratado de Aristóteles Meteorologia, foram compiladas as observações do grande filósofo não apenas sobre os padrões meteorológicos, mas também sobre ciências da Terra em geral. Até ao século XVII, o ar simbolizava o nada, o vazio. Considerava-se que o ar não tinha peso, até Galileo Galilei ter cientificamente provado o contrário.

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