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  <title>Sinais – O ar que respiramos</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 11.
        
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  <item rdf:about="http://www.eea.europa.eu/pt/publications/aea-sinais-2012-2013-construir">
  <title>AEA Sinais 2012 – Construir o futuro que queremos ter</title> 
  <link>http://www.eea.europa.eu/pt/publications/aea-sinais-2012-2013-construir?utm_source=EEASubscriptions&amp;utm_medium=RSSFeeds&amp;utm_campaign=Generic</link>
  <description>Em Sinais 2012 estão reunidas questões
ambientais como a sustentabilidade,
a economia ecológica, a água, os resíduos,
os alimentos, a governação e a partilha de
conhecimentos. Esta edição foi elaborada
no contexto da Conferência das Nações
Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável,
Rio 2012.
A Sinais deste ano proporciona-lhe uma ideia
de como os consumidores, as empresas
de vanguarda e os decisores políticos
podem dar um contributo decisivo graças
à combinação de novas ferramentas
tecnológicas, desde a observação por
satélite às plataformas em linha. Sugere‑lhe
também algumas soluções criativas
e eficazes para preservar o ambiente.</description> 
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher> 
  <dc:creator>EEA (European Environment Agency)</dc:creator> 
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      <dc:subject>Food production and consumption</dc:subject>
  
  
      <dc:subject>green economy</dc:subject>
  
  
      <dc:subject>consumption</dc:subject>
  
  
      <dc:subject>public outreach</dc:subject>
  
  
      <dc:subject>governance</dc:subject>
  
  
      <dc:subject>consumer behaviour</dc:subject>
  
  
      <dc:subject>sustainability</dc:subject>
  
  
      <dc:subject>life cycle</dc:subject>
  
  
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      <dc:subject>youth audience</dc:subject>
  
  
      <dc:subject>global impacts</dc:subject>
   
  <dc:date>2012-06-05T09:00:00+02:00</dc:date>
  <dc:type>Publicação</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.eea.europa.eu/pt/sinais-da-aea/sinais-2012/entrevista/uma-visao-europeia-da-sustentabilidade">
  <title>Uma visão europeia da sustentabilidade </title> 
  <link>http://www.eea.europa.eu/pt/sinais-da-aea/sinais-2012/entrevista/uma-visao-europeia-da-sustentabilidade?utm_source=EEASubscriptions&amp;utm_medium=RSSFeeds&amp;utm_campaign=Generic</link>
  <description>Através de uma série de medidas legislativas, os decisores políticos da União Europeia pretendem tornar a Europa mais «eficiente na utilização dos recursos». Mas como é que a Europa assegura o equilíbrio entre a economia e a natureza? No contexto da conferência Rio+20, o que é que a União Europeia e os países em desenvolvimento entendem por «sustentabilidade»? Eis um ponto de vista. </description> 
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher> 
  <dc:creator>jaeglmar</dc:creator> 
  <dc:rights></dc:rights> 
  
      <dc:subject>sustainability</dc:subject>
  
  
      <dc:subject>signals2012</dc:subject>
   
  <dc:date>2012-06-05T09:00:00+02:00</dc:date>
  <dc:type>Article</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.eea.europa.eu/pt/sinais-da-aea/sinais-2012/artigos/determinar-o-preco-certo">
  <title>Determinar o preço «certo»? </title> 
  <link>http://www.eea.europa.eu/pt/sinais-da-aea/sinais-2012/artigos/determinar-o-preco-certo?utm_source=EEASubscriptions&amp;utm_medium=RSSFeeds&amp;utm_campaign=Generic</link>
  <description>As economias de muitos países em desenvolvimento estão centradas na exploração de recursos naturais para fazerem as suas populações sair da pobreza, podendo com isso prejudicar os sistemas naturais de que dependem. As soluções a curto prazo põem frequentemente em risco o bem-estar das populações a longo prazo. Poderão os governos ajudar os mercados a fixarem o preço «certo» para os serviços da natureza e influenciar as escolhas económicas? Olhemos mais de perto

o que a utilização da água na produção de algodão significa para o Burquina Faso. </description> 
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher> 
  <dc:creator>jaeglmar</dc:creator> 
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      <dc:subject>signals2012</dc:subject>
   
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  <dc:type>Article</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.eea.europa.eu/pt/sinais-da-aea/sinais-2012/artigos/o-caminho-para-a-sustentabilidade-global">
  <title>O caminho para a sustentabilidade global </title> 
  <link>http://www.eea.europa.eu/pt/sinais-da-aea/sinais-2012/artigos/o-caminho-para-a-sustentabilidade-global?utm_source=EEASubscriptions&amp;utm_medium=RSSFeeds&amp;utm_campaign=Generic</link>
  <description>Quatro décadas de governação ambiental ajudaram-nos a criar instituições para compreender e resolver melhor os problemas ambientais. Vinte anos depois da Cimeira da Terra de 1992, os líderes mundiais voltam a reunir-se no Rio de Janeiro para renovarem o compromisso global de promover a economia ecológica

e melhorar a governação mundial. </description> 
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher> 
  <dc:creator>jaeglmar</dc:creator> 
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      <dc:subject>signals2012</dc:subject>
   
  <dc:date>2012-06-05T09:00:00+02:00</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.eea.europa.eu/pt/sinais-da-aea/sinais-2012/artigos/viver-numa-sociedade-de-consumo">
  <title>Viver numa sociedade de consumo </title> 
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  <description>Décadas de crescimento relativamente estável na Europa mudaram a forma como vivemos. Produzimos e consumimos mais bens e serviços. Viajamos mais e vivemos mais tempo. Porém, os impactes ambientais das nossas atividades económicas a nível interno e no estrangeiro tornaram-se maiores e mais visíveis. A legislação ambiental, quando é integralmente aplicada, obtém resultados no terreno. Examinando, todavia, o que mudou nos últimos vinte anos, será possível afirmar que

estamos a fazer o melhor que podemos? </description> 
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher> 
  <dc:creator>jaeglmar</dc:creator> 
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      <dc:subject>signals2012</dc:subject>
  
  
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  <title>Tornar a nossa economia mais ecológica </title> 
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  <description>A maioria das pessoas recordará 2011 como um ano marcado pela turbulência financeira, pelo terramoto-maremoto-acidente nuclear do Japão, pela ajuda financeira de emergência a países europeus e pelos protestos em massa ligados à «Primavera árabe», ao movimento «Occupy Wall Street» e aos Indignados espanhóis. Poucos se recordarão de que também foi o ano em que os cientistas descobriram mais de 18 000 novas espécies a viver no nosso planeta. Menos ainda conseguirão citar uma espécie que tenha sido declarada extinta. </description> 
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher> 
  <dc:creator>jaeglmar</dc:creator> 
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  <title>Faz sentido do ponto de vista empresarial? </title> 
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  <description>Das pequenas empresas às multinacionais, muitas são as que procuram formas de manter ou aumentar as suas quotas de mercado. Em épocas de concorrência mundial renhida, a busca da sustentabilidade implica muito mais do que «ecologizar» a imagem empresarial e reduzir os preços de produção.

Pode significar novos ramos de atividade. </description> 
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher> 
  <dc:creator>jaeglmar</dc:creator> 
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  <title>Local e global </title> 
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  <description>Perante a escassez de recursos vitais como a água e o solo, ou o aumento das pressões sobre estes exercidas, a questão de saber quem decide pode ser tão importante como a forma como os recursos naturais são geridos e utilizados. A coordenação global é, muitas vezes, essencial, mas sem o apoio e a participação
a nível local, nada pode ser feito no terreno. </description> 
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher> 
  <dc:creator>jaeglmar</dc:creator> 
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  <title>Desperdício de alimentos </title> 
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  <description>Cerca de um terço dos alimentos produzidos no planeta é perdido ou desperdiçado.
Quando mais de mil milhões de pessoas em todo o mundo vão para a cama com
fome, é impossível não nos perguntarmos o que se poderá fazer a este respeito.
Mas este desperdício não é apenas uma oportunidade perdida de alimentar os
famintos. Representa também uma perda substancial de outros recursos, como
o solo, a água, a energia e a mão de obra.</description> 
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher> 
  <dc:creator>jaeglmar</dc:creator> 
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  <item rdf:about="http://www.eea.europa.eu/pt/sinais-da-aea/sinais-2012/entrevista/os-residuos-na-gronelandia">
  <title>Os resíduos na Gronelândia </title> 
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  <description>Das cidades densamente povoadas até às povoações distantes, onde quer que vivamos, produzimos resíduos. Restos de alimentos, resíduos eletrónicos, pilhas e baterias, papel, garrafas de plástico, vestuário, mobiliário velho: todos têm de ser eliminados. Alguns acabam por ser reutilizados ou reciclados, outros são queimados para produzir energia ou enviados para aterros. Não há uma forma única de gestão dos resíduos que funcione em toda a parte. A maneira como os gerimos necessita de ter em conta as condições locais. Afinal de contas, a questão dos resíduos começa por ser local. Tendo em conta a sua população dispersa, as grandes distâncias entre povoações e a falta de infraestruturas rodoviárias, eis como o Governo da Gronelândia aborda a questão dos resíduos do país. </description> 
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher> 
  <dc:creator>jaeglmar</dc:creator> 
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      <dc:subject>Waste</dc:subject>
  
  
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      <dc:subject>Greenland</dc:subject>
   
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  <title>Da mina aos resíduos… e depois </title> 
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  <description>Quase tudo aquilo que consumimos e produzimos tem impacte no nosso ambiente. Quando confrontados com escolhas quotidianas para comprar determinados bens ou serviços, não pensamos frequentemente nas «pegadas» que eles deixam no ambiente. Os preços a que são vendidos raramente refletem os seus verdadeiros custos. Porém, há muitas coisas que podemos fazer para tornar o nosso consumo

e a nossa produção mais ecológicos. </description> 
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher> 
  <dc:creator>jaeglmar</dc:creator> 
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