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Artigos

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O ar da Europa no presente

Nas últimas décadas, a Europa melhorou a qualidade do seu ar. As emissões de muitos poluentes foram controladas e reduzidas com êxito, mas as partículas e a poluição por ozono, em especial, continuam a representar sérios riscos para a saúde dos europeus.

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Fazendo a ligação entre a ciência, as políticas e a população

A atmosfera, os padrões meteorológicos e as variações sazonais há muito que vêm sendo objeto de fascínio e observação. No século IV a.C., no tratado de Aristóteles Meteorologia, foram compiladas as observações do grande filósofo não apenas sobre os padrões meteorológicos, mas também sobre ciências da Terra em geral. Até ao século XVII, o ar simbolizava o nada, o vazio. Considerava-se que o ar não tinha peso, até Galileo Galilei ter cientificamente provado o contrário.

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A água na cidade

A água na cidade

2012-08-28

O crescimento demográfico, a urbanização e o desenvolvimento económico fazem aumentar em toda a Europa a procura de água doce nas zonas urbanas. Ao mesmo tempo, as alterações climáticas e a poluição afetam também a disponibilidade de água para os habitantes das cidades. Como poderão as cidades europeias continuar a fornecer água doce limpa aos seus habitantes?

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A água na agricultura

Temos necessidade de alimentos e, para os produzir, é preciso dispor de água doce e não poluída. Devido ao aumento do consumo exigido pelas atividades humanas, por um lado, e às alterações climáticas, por outro, muitas regiões, especialmente no sul, têm grandes dificuldades em encontrar água doce em quantidade suficiente para atender às suas necessidades. Como poderemos continuar a cultivar produtos alimentares sem deixar que a natureza fique sedenta de água não poluída? Uma utilização mais eficiente da água no setor agrícola ajudaria certamente.

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Uma visão europeia da sustentabilidade

Através de uma série de medidas legislativas, os decisores políticos da União Europeia pretendem tornar a Europa mais «eficiente na utilização dos recursos». Mas como é que a Europa assegura o equilíbrio entre a economia e a natureza? No contexto da conferência Rio+20, o que é que a União Europeia e os países em desenvolvimento entendem por «sustentabilidade»? Eis um ponto de vista.

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Determinar o preço «certo»?

As economias de muitos países em desenvolvimento estão centradas na exploração de recursos naturais para fazerem as suas populações sair da pobreza, podendo com isso prejudicar os sistemas naturais de que dependem. As soluções a curto prazo põem frequentemente em risco o bem-estar das populações a longo prazo. Poderão os governos ajudar os mercados a fixarem o preço «certo» para os serviços da natureza e influenciar as escolhas económicas? Olhemos mais de perto o que a utilização da água na produção de algodão significa para o Burquina Faso.

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O caminho para a sustentabilidade global

Quatro décadas de governação ambiental ajudaram-nos a criar instituições para compreender e resolver melhor os problemas ambientais. Vinte anos depois da Cimeira da Terra de 1992, os líderes mundiais voltam a reunir-se no Rio de Janeiro para renovarem o compromisso global de promover a economia ecológica e melhorar a governação mundial.

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Viver numa sociedade de consumo

Décadas de crescimento relativamente estável na Europa mudaram a forma como vivemos. Produzimos e consumimos mais bens e serviços. Viajamos mais e vivemos mais tempo. Porém, os impactes ambientais das nossas atividades económicas a nível interno e no estrangeiro tornaram-se maiores e mais visíveis. A legislação ambiental, quando é integralmente aplicada, obtém resultados no terreno. Examinando, todavia, o que mudou nos últimos vinte anos, será possível afirmar que estamos a fazer o melhor que podemos?

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Tornar a nossa economia mais ecológica

A maioria das pessoas recordará 2011 como um ano marcado pela turbulência financeira, pelo terramoto-maremoto-acidente nuclear do Japão, pela ajuda financeira de emergência a países europeus e pelos protestos em massa ligados à «Primavera árabe», ao movimento «Occupy Wall Street» e aos Indignados espanhóis. Poucos se recordarão de que também foi o ano em que os cientistas descobriram mais de 18 000 novas espécies a viver no nosso planeta. Menos ainda conseguirão citar uma espécie que tenha sido declarada extinta.

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Faz sentido do ponto de vista empresarial?

Das pequenas empresas às multinacionais, muitas são as que procuram formas de manter ou aumentar as suas quotas de mercado. Em épocas de concorrência mundial renhida, a busca da sustentabilidade implica muito mais do que «ecologizar» a imagem empresarial e reduzir os preços de produção. Pode significar novos ramos de atividade.

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Local e global

Local e global

2012-06-05

Perante a escassez de recursos vitais como a água e o solo, ou o aumento das pressões sobre estes exercidas, a questão de saber quem decide pode ser tão importante como a forma como os recursos naturais são geridos e utilizados. A coordenação global é, muitas vezes, essencial, mas sem o apoio e a participação a nível local, nada pode ser feito no terreno.

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Desperdício de alimentos

Cerca de um terço dos alimentos produzidos no planeta é perdido ou desperdiçado. Quando mais de mil milhões de pessoas em todo o mundo vão para a cama com fome, é impossível não nos perguntarmos o que se poderá fazer a este respeito. Mas este desperdício não é apenas uma oportunidade perdida de alimentar os famintos. Representa também uma perda substancial de outros recursos, como o solo, a água, a energia e a mão de obra.

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Os resíduos na Gronelândia

Das cidades densamente povoadas até às povoações distantes, onde quer que vivamos, produzimos resíduos. Restos de alimentos, resíduos eletrónicos, pilhas e baterias, papel, garrafas de plástico, vestuário, mobiliário velho: todos têm de ser eliminados. Alguns acabam por ser reutilizados ou reciclados, outros são queimados para produzir energia ou enviados para aterros. Não há uma forma única de gestão dos resíduos que funcione em toda a parte. A maneira como os gerimos necessita de ter em conta as condições locais. Afinal de contas, a questão dos resíduos começa por ser local. Tendo em conta a sua população dispersa, as grandes distâncias entre povoações e a falta de infraestruturas rodoviárias, eis como o Governo da Gronelândia aborda a questão dos resíduos do país.

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Da mina aos resíduos… e depois

Quase tudo aquilo que consumimos e produzimos tem impacte no nosso ambiente. Quando confrontados com escolhas quotidianas para comprar determinados bens ou serviços, não pensamos frequentemente nas «pegadas» que eles deixam no ambiente. Os preços a que são vendidos raramente refletem os seus verdadeiros custos. Porém, há muitas coisas que podemos fazer para tornar o nosso consumo e a nossa produção mais ecológicos.

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Testemunha ocular: o jovem Chance

Bisie é a maior mina da região. Está localizada a cerca de 90 quilómetros no interior de uma densa floresta e tem 100 metros de profundidade. Muitas vezes, as minas são pouco mais do que um buraco no chão. Há dezenas de homens e rapazes apinhados em cada mina e as condições são atrozes.

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Viver num mundo interligado

«…O peso total das aspirações e dos estilos de vida conjuntos de 500 milhões de europeus é demasiado grande. Já não falando dos legítimos desejos de muitos outros milhares de milhões de habitantes do nosso planeta de partilharem esses estilos de vida... É necessário mudarmos o comportamento dos consumidores europeus, sensibilizar as pessoas e influenciar os seus hábitos». Janez Potočnik, comissário para o Ambiente da União Europeia (Março de 2010)

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O Ano da Floresta: celebrar as florestas para as pessoas

1,6 mil milhões de pessoas dependem das florestas como meio de subsistência. Vivem nas florestas 300 milhões de pessoas, em todo o mundo.

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Desafios complexos num mundo interligado

Uma das principais conclusões do relatório de referência da AEA, o SOER 2010, parece evidente: «os desafios ambientais são complexos e não podem ser entendidos isoladamente».

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Mundo urbano

Mundo urbano

2011-07-05

Sabia que... Uma cidade afecta um grande área fora dos seus próprios limites. Por exemplo, supõe-se que só Londres necessita de uma superfície quase 300 vezes superior à sua dimensão geográfica para satisfazer as suas necessidades e eliminar os seus resíduos e emissões. «SOER 2010»

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Agência Europeia do Ambiente (EEA)
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1050 Copenhagen K
Dinamarca
Telefone: +45 3336 7100